Por François de Boissezon (tradução livre de Ana Paula Simões)

Por que tantas organizações estão buscando o desenvolvimento de equipes?

Nos últimos 20 anos, um número significativo de mudanças ocorreram nas organizações onde há o uso crescente de equipes multifuncionais e remotas. Isso porque tais organizações vem enfrentando os seguintes desafios crescentes:

  • Implantar projetos cada vez maiores e mais complexos: seja para lançar um novo modelo de veículo, um novo telefone celular, um novo remédio, modificar o software ERP, todos esses projetos requerem trabalhar com equipes multifuncionais, interdisciplinares, multiculturais e muitas vezes com equipes distribuídas amplamente num ambiente global.
  • Operar em uma intensa economia do conhecimento, implantando equipes inovadoras, mobilizando redes de conhecimento, criando e fomentando comunidades ativas. Na economia atual, ser parte da rede de relacionamento certa importa mais que ser proprietário ou controlador de um determinado conhecimento.
  • Migrar para a “Sociedade Criativa” e lidar com o desafio de atrair e reter os melhores talentos das geração X, Y ou Z que podem ter uma notória baixa resposta a organizações hierarquizadas, detetores desenvolvidos de “babozeiras” e tendem a apenas buscar trabalhar para organizações que podem lhes dar “projetos legais com pessoas bacanas”.

Como resultado, as empresas estão modificando-se para organizações baseadas em projetos, que costumeiramente unem players internos e externos.

Já se foram os dias em que um “heroi” ou “campeão” de P&D, vendas, marketing ou na alta gestão podia mudar o destino de uma companhia. Esse papel agora é exercido por times altamente graduados que podem atingir as missões não convencionais, complexas e inovadoras, das organizações atuais.

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